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AJURI - CULTURA, POLÍTICA E MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA

 

Coordenado por Raquel Wiggers (UFAM) e Luciana Braga Silveira (UFLA), é um grupo de estudos multidisciplinar e interinstitucional, que conta com participação de professores e alunos de diferentes cursos e instituições de ensino, dedicado ao estudo de políticas de regularização fundiária, meio ambiente e sustentabilidade na Amazônia.

 

 
AZULILÁS – NÚCLEO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES EM GÊNERO, FAMÍLIA, CONFLITOS E SEXUALIDADE 

 

Coordenado pela Professora Raquel Wiggers (DAN/UFAM), o Núcleo de Estudos em Gênero, Famílias, Conflitos e Sexualidades, do Departamento de Antropologia da UFAM, existe desde 2008, e concentra projetos de pesquisa e extensão relacionados aos temas: gênero e violência; violência sexual contra crianças e adolescentes; arranjos familiares; gênero no mundo rural amazônico.
Além dessas atividades, tem parcerias com instituições da Rede de Proteção a Criança e ao Adolescente do Amazonas, através do "Tecendo Redes" um fórum onde são debatidas e programadas intervenções da sociedade civil nas políticas de proteção a crianças e adolescentes. Também é parceiro de projetos realizados por seus membros, que também atuam noutras instituições como Uninorte, Rede um Grito pela Vida e outros.

 

 

 
GEMA – GRUPO DE ESTUDOS MIGRATÓRIOS NA AMAZÔNIA

 

Coordenado por Sidney Antônio da Silva, desde 2007, o GEMA é um grupo de estudos interdisciplinar voltado para questões relacionadas ao fenômeno migratório na Amazônia e no contexto internacional. O grupo tem como objetivo estudar o fenômeno migratório a partir de diferentes perspectivas teórico-metodológicas, seja no âmbito da migração interna e internacional; promover debates sobre a realidade migratória, com ênfase na região Panamazônica; propor elementos que viabilizem a criação de políticas públicas voltadas para a inclusão dos (i)migrantes; propor ações de extensão voltadas para a comunidade. Os resultados desse trabalho podem ser conferidos nas participações em eventos científicos e publicações do GEMA. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

 

 

 
GESECS – GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM GÊNERO, SEXUALIDADES E INTERSECCIONALIDADES

 

Coordenado pelas professoras Fátima Weiss de Jesus e Márcia Regina Calderipe Farias Rufino, o GESECS é formado por um grupo de pesquisadores/as interessados/as em realizar pesquisa sobre gênero, sexualidades e suas intersecções no contexto contemporâneo no Estado do Amazonas, que possa dialogar com pesquisas já realizadas no Brasil e ampliar o campo de estudos. As atividades centram-se  na realização de grupos de estudos, pesquisas, extensão, produção de textos, material didático e eventos relacionados à Antropologia, Estudos de Gênero, Sexualidades e suas Interserccionalidades com ênfase na articulação entre pesquisa, ensino e extensão.

 

 

HISTÓRIA, LÍNGUAS E CULTURAS INDÍGENAS

 

Coordenado por Ana Carla dos Santos Bruno e com participação de Frantomé Pacheco, o grupo dedica-se: a) documentação das línguas, cultura e histórias dos grupos indígenas da região; b) capacitação de indígenas e não-indígenas para documentação sobre língua e cultura; c) organização de materiais bibliográficos sobre a história, língua e cultura dos povos indígenas no Amazonas, visando constituir-se em um centro de referência para consulta e pesquisa nesta área.

 

 

 
LEPAPIS - LABORATÓRIO DE ESTUDOS PANAMAZÔNICO -PESQUISA E INTERVENÇÃO SOCIAL

 

Coordenado por José Exequiel Basini Rodriquez e Raimundo Nonato Pereira da Silva, o LEPAPIS é um laboratório aberto e interdisciplinar que desenvolve estudos sobre a região panamazônica, e reflete sobre as relações entre pesquisa e intervenção social. O recorte deste laboratório não está dado pelos objetos da pesquisa, senão pela abordagem teórico-metodológica que prioriza a compreensão da qualidade das práticas de pesquisa e da intervenção social produzida por agências ou instituições que se vinculam aos grupos de estudo. Também por seu interesse geo-estratégico dentro da Universidade Federal do Amazonas, Brasil, para dialogar com as tradições de conhecimentos e os saberes constituídos dentro da região panamazônica e suas fronteiras geográficas e gnoseológicas. As linhas de pesquisa desenvolvidas pelo laboratório são: antropologia dos povos panamazônicos, etnografias da intervenção e estudos socioespaciais. A saber, www.lepapis-ufam.blogspot.com 

 

 

 
MARACÁ: Grupo de Pesquisa sobre Arte, Cultura e Sociedade

 

O grupo, coordenado por Deise Lucy Oliveira Montardo, reúne pesquisadores interessados em realizar etnografias do fazer artístico em distintos contextos amazônicos, sob variadas óticas das ciências humanas, principalmente da antropologia. Os projetos de pesquisa atualmente vigentes estão centrados na música, na dança, na relação entre matemática e cestaria e outras artisticidades, em distintos grupos indígenas; nos processos de transmissão de conhecimento ou ensino/aprendizagem e no debate sobre patrimônio imaterial e direitos de propriedade. - mbaraka.ufam.edu.br

 

 

 
NAURBE - CIDADES, CULTURAS POPULARES E PATRIMÔNIOS

 

Coordenado por Sérgio Ivan Gil Braga, o grupo de pesquisa NAURBE, desde 2002, tem  reunido pesquisadores, pós-graduandos e graduandos da área de ciências humanas. Várias pesquisas já foram produzidas e outras estão em andamento, com ênfase em Manaus e na região amazônica, além de estudos comparativos focalizando cidades e expressões culturais de países da América Latina e Europa. Os resultados desse esforço coletivo podem ser conhecidos em comunicações científicas e publicações do NAURBE. Contato: https/ /naurbe.wordpress.com – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

 

 

 

NEAI – NÚCLEO DE ESTUDOS DA AMAZÔNIA INDÍGENA

 

Coordenado por Gilton Mendes dos Santos e Carlos Machado Dias, o Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena congrega pesquisadores, professores e estudantes de diferentes áreas do conhecimento, que se dedicam ao estudo e pesquisas sobre temas e problemas relacionados aos grupos indígenas e demais povos e comunidades tradicionais na Amazônia. De modo especial, o NEAI conta com estudantes e pesquisadores indígenas, que promovem um exercício de reflexividade sobre as formas de produção e o lugar do conhecimento tradicional frente àquele produzido nas universidades. O NEAI realiza projetos de pesquisa e extensão, promove encontros, palestras, seminários, mesas redondas, seções de estudo e cursos de curta duração. Confira o site: www.neai.ufam.edu.br

 

 

NEPTA – NÚCLEO DE ESTUDOS DE POLÍTICAS TERRITORIAIS NA AMAZÔNIA

 

Coordenado por Thereza Menezes, Ana Carla Bruno e Maria Helena Ortholan Matos, o núcleo realiza estudos comparativos com base em intensiva pesquisa etnográfica focada nos efeitos sociais de políticas territoriais na Amazônia. A partir dos resultados destas investigações, o núcleo visa fornecer subsídios para a formulação de políticas públicas territoriais para a região amazônica. O grupo tem privilegiado investigações na região do médio Purus e vale do Javari (AM) a partir de três eixos de pesquisa: 1) política indígena e indigenismo; 2) língua, cultura e práticas sociais e 3) antropologia do Estado, mobilizações sociais com reivindicações territoriais, processos de estruturação e gestão de unidades de conservação, terras indígenas e assentamentos rurais.ial.com. Confira no site: http://neptaufam.com/

 

 

PNCSA – PROJETO NOVA CARTOGRAFIA SOCIAL DA AMAZÔNIA

 

Sob coordenação geral de Alfredo Wagner Berno de Almeida, o PNCSA é financiado pela Fundação Ford e tem como objetivo dar ensejo à autocartografia dos povos e comunidades tradicionais na Amazônia. Com o material produzido, tem-se não apenas um maior conhecimento sobre o processo de ocupação dessa região, mas, sobretudo uma maior ênfase e um novo instrumento para o fortalecimento dos movimentos sociais que nela existem. A equipe de pesquisadores do PNCSA reúne profissionais da UFAM e UEA (Amazonas), UEMA e UFMA (Maranhão), UFPA e UFOPA (Pará), UFAC (Acre), UNIR (Rondônia), além de outras universidades no Brasil. Participam do projeto pesquisadores das áreas de Antropologia, Direito, Geografia, Biologia, Sociologia e História e mais de 1.800 agentes sociais, mapeando seus respectivos movimentos sociais e reafirmando suas territorialidades específicas. Confira no site www.novacartografiasocial.com

 

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