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Notícias

 

 

É com bastante estima que anunciamos o segundo volume da Wamon - Revista dos alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas.

 

Esta edição traz em oito publicações, um ensaio fotográfico e sete artigos que contemplam diferentes temas e campos etnográficos.

 

Os trabalhos publicados na Wamon privilegiam uma diversidade de experiências culturais, com temáticas que abrangem arte; gênero; práticas de cura indígenas e da medicina não oficial e ocidental; quilombos e royalties de petróleo e finanças públicas.

 

Além da diversidade temática, o presente volume está marcado por produções sobre a Amazônia de pesquisadores que integram o corpo discente de programas de pós-graduação locais que pontuam de onde vêm os conhecimentos Amazônicos, trazendo uma perspectiva decolonial.

 

A Revista Wamon é motivo de honra por ser organizada por alunos e está em sua fase de desenvolvimento.

 

http://www.periodicos.ufam.edu.br/wamon/issue/view/190

      O Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena - NEAI, convida a todos para o seminário que acontecerá no dia 14 de agosto, às 14h, na sala 12 do NEAI. Com a presença de José Cândido, doutorando em Antropologia Social pela Universidade de Campinas, que irá apresentar o seguinte tema:

"Quem participa do manejo de pirarucus?"

      As várzeas amazônicas constituem ecossistemas que abrigam grande diversidade de vida. Comunidades animais, vegetais e comunidades humanas compartilham esse ambiente. Na história mais recente da região do médio Solimões, podemos observar a criação de estratégias de conservação das espécies animais e vegetais que habitam a várzea. Esse movimento surge em resposta à grande exploração de recursos naturais, principalmente de pescado e madeira. A conservação da várzea só pôde ser efetivada a partir do momento em que comunidades ribeirinhas se tornaram participantes ativas. As figuras do mateiro e do auxiliar de campo compõem o retrato da pesquisa na floresta. Suas habilidades como conhecedores da floresta advêm de seu engajamento nesse ambiente para caçar, pescar, cultivar roças, tirar madeira. É um conhecimento que é desenvolvido na vida cotidiana. Diferentemente, pesquisadores trazem consigo conhecimentos e técnicas oriundas da educação formal, que consideram orientações metodológicas específicas para realização de suas experiências. O manejo de pirarucus, realizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá há mais de 15 anos, marca o capítulo mais recente da história ribeirinha na região e da pesquisa e intervenção de cientistas e ambientalistas. Apresento linhas gerais de uma pesquisa em curso que tem por objetivo compreender como acontecem interações entre os diferentes conhecimentos e práticas envolvidos nas atividades de conservação da natureza. O ponto de partida é uma etnografia do manejo participativo de pirarucus, na RDS Mamirauá, na região do médio Solimões.

 

 

      Convidamos os docentes e discentes do PPGAS para participarem da Aula Magna que acontecerá no

dia 16 de agosto de 2017. Com o tema "O papel da ciência básica para o desenvolvimento tecnológico".

 

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE MATRÍCULA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O evento ocorrerá no Campus Amazônia da UFOPA entre os dias 14 e 19 de julho.

 

Contará com debates sobre os temas de ações afirmativas, gênero, religiões afro-brasileiras, entre outros;

 

mini-cursos de antropologia; e um evento de extensão "Encontro de saberes em práticas de cura".    

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